 | VOCABULÁRIO ESPÍRITA DE A À Z *** A***(PARE 2) **-Água fluidificada - É a água magnetizada, impregnada de fluidos benfazejos, fortificantes ou terapêuticos. **-Akásico [do sânscrito ákasa] - Diz respeito a céu, celeste. **-Allan Kardec - codificador da doutrina espírita.Pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail . Nascido à 3 de outubro de 1804.Em Lyon, França. Filho de Jean Baptiste Antoine Rivail, magistrado, juíz e Jeanne Louise Duhamel. Casado com Amélie Gabrielle Boudet.A princípio Allan Kardec foi cético a respeito das questões espíritas.Foi interessado com o fenômeno das "mesas girantes" que resolveu se aprofundar no estudo das questões envolvidas com a espiritualidade.Demorou um ano de árduos estudos para que realmente se concientisasse dessa realidade.E a partir daí, através de seus livros, ele organizou os tópicos da doutrina dos espíritos e lançou luz à várias perguntas da humanidade.Sempre orientado pelos espíritos superiores, entre eles o "Espírito da Verdade". Sua missão se perpetuou após sua morte e seus ensinamentos guiam hoje milhões de pessoas em todo o mundo. (Leitura básica: "Introdução ao estudo da doutrina espírita" de Allan Kardec, "Obras Póstumas" de Allan Kardec, "Vida e obra de Allan Kardec" de André Moreil , "A missão de Allan Kardec" de Carlos Imbassahy , "Allan Kardec, La naissance du Spiritisme" Jean Vartier, caps.I, II, III e VII e "Allan Kardec" Volumes I, II e III de Zêus Wantuil e Francisco Thiesen) **-Alma [latim: anima, do grego: anemos= sopro, emanação, ar] - É o ser imaterial, distinto e individual, unido ao corpo que lhe serve de invólucro temporário, isto é, o Espírito em estado de encarnação, e que somente pertence à espécie humana. Unido ao corpo material pela encarnação, o Espírito constitui o homem; de forma que no homem há três coisas: a alma propriamente dita, ou princípio inteligente; o perispírito, ou envoltório fluídico da alma; o corpo, ou envoltório material. A alma dos vegetais é dita simplesmente vital. A dos animais é dita instintiva, por ser dotada de inteligência instintiva. A alma do Homem é dita espírita ou moral, por ser dotada de livre arbítrio. Percebe-se que a alma dos animais é ao mesmo tempo vital e instintiva, enquanto a do Homem é algo mais, visto que, neste último, sua propriedade espécie-específica é distinta pelo alto grau de desenvolvimento de que é tomada a inteligência pelo livre arbítrio. Embora o corpo físico do Homem obedeça a padrões clasificatórios que lhe chamariam de pertencente ao Reino Animal, do ponto de vista moral, o Homem é senhor de um próprio reino, o Hominal. (Bezerra de Menezes, "A Loucura sob Novo Prima") . **-Altruísmo [do francês altruisme] - 1. Palavra forjada por Augusto Comte para designar o amor ao próximo, no sentido mais geral, isto é, a inclinação natural que nos impele a preferir o interesse geral ao nosso próprio interesse. 2. É a atitude moral que consiste em sacrificar o seu interesse em favor do outro e em especial à comunidade. **-Alucinação [do latim alucinatione] - 1. Ato ou efeito de alucinar; devaneio, delírio, ilusão. 2. Experiência sensorial sem base na realidade. **-Animismo [do latim anima= alma + -ismo] - 1. Teoria segundo a qual a alma é simultaneamente princípio de vida orgânica e psíquica. 2. Para o Espiritismo, é relativo aos fenômenos intelectuais e físicos que deixam supor uma atividade extracorpórea ou a distância do organismo humano, e mais especialmente todos os fenômenos que podem ser explicados por uma ação que o homem vivo exerce além dos limites do corpo, ou seja, o conjunto dos fenômenos psíquicos produzidos com a cooperação consciente ou inconsciente dos médiuns em ação. Se ele tem por causalidade o Espírito desencarnado, o fenômeno denomina-se espiritual ou mediúnico; mas, se o Espírito é o próprio encarnado, chama-se anímico. **-Anjo [do latim: angelus; do grego: aggelos= mensageiro] - Segundo a Doutrina Espírita, os anjos não são seres aparte e de uma natureza especial. São os Espíritos da primeira ordem, isto é, os que chegaram ao estado de puros Espíritos depois de terem sofrido todas as provas. Segundo a idéia vulgar, os anjos são seres intermediários entre o homem e a divindade, por sua natureza e poder, e que podem manifestar-se, quer por avisos ocultos, quer de um modo visível. Eles não foram criados perfeitos, pois a perfeição supõe a infalibilidade e alguns dentre eles se revoltaram contra Deus. Diz-se: os bons e maus anjos, o anjo das trevas. Entretanto a idéia mais geral, ligada a esta palavra, é o da bondade e da suprema virtude. **Anjo guardião - É o Espírito protetor de uma ordem elevada, encarregado de assistir e proteger indivíduos ou coletividades, sendo tudo relativo ao grau de adiantamento das massas como dos indivíduos. Ver: Protetor, Guia **-Antropomorfismo [do grego anthropómorphos ] - Tendência para conceber as forças naturais ou os seres sobrenaturais, não só como dotados de sentimentos humanos, mas totalmente à semelhança do modelo humano. **Aparição [do latim apparitione] - 1. Aparecimento, presença rápida e breve de pessoa ou coisa. 2. Espectro, fantasma. 3. Visão de um ser fantástico ou sobrenatural. 4. Astr Momento em que um astro começa a se fazer visível ao observador. 5. Origem, princípio. Fenômeno pelo qual os seres do mundo incorpóreo se manifestam à vista. Aparição vaporosa ou etérea: a que é impalpável e inatingível, e não oferece nenhuma resistência ao toque. Aparição tangível: a que é palpável e apresenta a consistência de um corpo sólido. A aparição difere da visão por ocorrer no estado de vigília, através aos órgãos visuais e enquanto o homem tem a plena consciência de suas relações com o mundo exterior. A visão dá-se no estado de sono ou de êxtase. Ocorre igualmente no estado de vigília, por efeito da segunda-vista. A aparição é registrada pelos olhos dc. corpo; produz-se no próprio lugar em que nos encontramos; a visão tem por objeto coisas ausentes ou distantes, percebidas pela alma em seu estado de emancipação, e quando as faculdades sensitivas estão mais ou menos suspensas. **-Apócrifo [do grego apókryphos, do latim apocryphu] - 1. Diz-se de obra ou fato sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou. 2. Diz-se, entre os católicos, dos escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja entre as escrituras autênticas e divinamente inspiradas. **-Apólogo [do grego apólogos, do latim apologu] - Historieta mais ou menos longa, que ilustra uma lição de sabedoria e cuja moralidade é expressa como conclusão. |
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